4 de maio de 2009

A ONDA DAS MULHERES COMESTÍVEIS


Foi-se o tempo em que Gretchen e Carla Perez eram musas inspiradoras no universo da dança. A mais nova sensação nos palcos desse país a fora são as dançarinas de FUNK e seus singelos nomes artísticos. As funkeiras encarnam personagens para enfatizar melhor seus tipos físicos e quase todos os apelidos são ligados à gastronomia (se é que podemos interpretar dessa forma). Como se o FUNK já não fizesse apologia suficiente ao sexo, agora até as próprias “artistas” se denominam como gostosos aperitivos, ou objetos comestíveis. Tudo para deixar a platéia com “água na boca”.
Mulher Melancia, Mulher Melão, Mulher Morango e até a Mulher Filé desfilam por aí com um orgulho imenso dos apelidos e dos recheios que preenchem as curvas esculturais que possuem. Daqui a pouco aparecem também a Mulher Pernil, a Mulher Chester e a Mulher Chuleta na Brasa.
O que não pode deixar de ser citado é que de nada adianta distorcer tanto a criatividade para tentar obter fama, pois sabemos que na verdade a maioria dessas aqui citadas esconde no seu interior, a Mulher Camarão, cuja cabeça é distinta do lindo corpinho!

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4 de abril de 2009

SATIRIZANDO A TEMÁTICA: Propaganda Liquidificador MC



O LIQUIDIFICADOR QUE NÃO É A DANÇA DO CRÉU, MAS TEM 5 VELOCIDADES!
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3 de março de 2009

CEREBRANDO


O ser humano é capaz de usufruir seu raciocínio para adquirir conhecimentos. Mas nenhum, eu disse, nenhum homo sapiens tem total controle das coisas que raciocina. O cérebro é o órgão mais importante de todo corpo, e juntamente com sua importância vem à capacidade e o poder cerebral que muitas vezes nem damos muita atenção. Os sonhos que temos quando dormimos é uma prova do poder de domínio e manipulação que nossa mente e pensamentos exercem sobre nós. Outra prova é a nossa memória, ela só não nos domina por completo, pois ainda temos um pouco de livre arbítrio para escolher em que pensar, ou não. Mas nem sempre é da mesma forma, assim como coisas boas, que são capazes de refletir boas vibrações para o futuro, a memória também armazena coisas ruins, principalmente as piores! Com tal capacidade, ela se tornou à praga daquele que quer esquecer o que tem que ser esquecido, e necessita de continuar a viver, sem continuar ferido..
Não sei como o fato de vivermos, trabalharmos, pensarmos e criarmos somente com 10% da capacidade do cérebro não assusta qualquer um, pois se pudemos nos tornar seres tão evoluídos com somente 1/10 do poder cerebral, imagina com metade da capacidade, imagine com 100% de suas funções! Seriamos como mutantes, ou super-heróis, capazes de voar, tele-transpotar, queimar e congelar objetos, transmitir informações via telepatia e etc.
Portanto não releve os filmes e histórias de ficção, pois se o ser humano foi capaz de usar a “cuca” para pensar em coisas desse tipo, quem sabe também seremos capazes de vivenciar tais absurdos, que são reais na mente daquele que mentaliza.
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OBS. CRÔNICA RETIRADA DO MEU FOLHETIM: NOSTALGIA

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3 de fevereiro de 2009

Dis(correndo) sobre o tempo

Muitas pessoas, que fingem ser entendedoras do assunto, dizem que o tempo é indefinível por palavras e que é o melhor caminho para se adquirir experiência. Outros afirmam, sem medo, que ele é algo relativo, ou como já cantavam os integrantes da banda Pato Fu: “Tempo, tempo mano velho, falta um tanto ainda, eu sei. Para você correr macio”. Para mim, o tempo não passa de uma bela desculpa esfarrapada, quando mencionado em algumas situações. E é para exemplificar alguma dessas situações que esse texto foi feito. Portanto, não perca tempo e leia o que tentarei explicar, mas já peço desculpas antecipadamente, se por acaso não agradar as expectativas daquele que deseja uma resposta extremamente bem elaborada. É que o tempo para redigir essa crônica foi curto.Bom, aqui começam meus argumentos. Um dia desses, estava eu intrometido em uma conversa entre anciãos (homens e mulheres com idade superior a 60 anos, antes disso para mim são adultos), quando, de repente, um senhor disparou a frase: “No meu tempo, os jovens respeitavam os mais velhos”. Sinceramente, daqui a 50 anos também irão dizer que, nos tempos de hoje, os jovens respeitavam os mais velhos, o que pode ser mentira, ou não, mas os adolescentes dessa futura geração acreditarão fielmente nessa desculpa de que, no passado, os tempos eram melhores. E o pior é que nunca vão descobrir se isso é mesmo verdade. Outro bom exemplo para provar que o “tempo” em si só é mencionado como objeto de desculpa é aquela situação de “pé na bunda”, em que o deprimido(a) desabafa as mágoas no ombro amigo, ― coitado ― e escuta aquele célebre conselho: “Relaxa que o tempo cura tudo”. Típica fala de quem não sabe o que dizer, pois após passar um tempinho, tudo pode simplesmente ficar melhor, ou piorar drasticamente. As conseqüências variam conforme a situação. Mas o que realmente interessa é que, nesse momento, o que o desiludido(a) necessita não é ouvir que em um futuro desconhecido a ferida irá se curar. E de quanto tempo isso se trata? Meses? Anos? Seria bom se as pessoas parassem de se “pré-ocupar” com hipóteses e tentassem dar conselhos que sirvam para o presente.
Olha, se segurem nas respectivas poltronas que vou revelar a cruel verdade: o tempo (seja lá o que for) é algo inarrativo, não pode ser interpretado por qualquer leigo (assim como eu). Os adolescentes que reclamam que ele passa rápido demais, os moradores do interior desprovidos de tecnologia que afirmam que ele passa devagar, assim como Cazuza, que o define em um clichê, estão completamente errados. O tempo não pode ser reduzido a tão pouco, e nem definido com tanta facilidade. Só se sabe que ele sempre decorreu exatamente igual. O relógio analógico só vai marcar a passagem de um minuto para outro, se o ponteiro dos segundos der a volta completa e se movimentar 60 vezes, (a não ser que ele esteja com algum problema de mecanismo), ou seja, depois da invenção dos ponteiros do relógio nem precisaria mais questionar a constante regularidade do tempo, muito menos abusar dele quando não se tem outra desculpa. E se você não faz idéia de quando inventaram os ponteiros, ― por favor! ― já faz tanto tempo que nem me lembro mais.

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3 de janeiro de 2009

Entrevista (imaginária):



Sobrenatural de Almeida é um grande e sinistro personagem do futebol brasileiro. Conhecido por aparecer repentinamente fazendo gols espíritas e depois sumir por um tempo, ele declara na entrevista oferecida para o Palhaço Nostálgico que gosta de sua vida inconstante:


Palhaço Nostálgico: Primeiramente, qual seu time do coração Sr. Almeida?


S. de Almeida: Bom, sou carioca, e como bom carioca não poderia deixar de ser Fluminense (risos).


Palhaço Nostálgico: Todos sabem que Nelson Rodrigues também é tricolor fanático, e sempre que possível ele comenta sobre seus feitos. Qual sua relação com ele?


S. de Almeida: Ele sempre foi um grande amigo e confidente meu. Na vida e na morte.


Palhaço Nostálgico: Falando mais do seu “trabalho”. Você tem uma rotina?


S. de Almeida: Não, trabalho quando quero. Não é em todos os jogos que dou o ar da graça, se não fica muito manjado. Gosto da minha vida inconstante.


Palhaço Nostálgico: Em que momentos que você se inspira para fazer seus gols “milagrosos”?


S. de Almeida: É simples, naqueles momentos em que os jogadores não conseguem vitórias por eles próprios, eu desço e só o que faço é dar uma forcinha.


Palhaço Nostálgico: Desce? Desce de onde?


S. de Almeida: Desço do céu, paraíso, já ouviu falar?


Palhaço Nostálgico: Já sim. Mas como destingir lances protagonizados pelos jogadores dos seus?


S. de Almeida: É fácil perceber quando estou em campo. Sempre que acontece aqueles gols estranhos nos últimos minutos de jogo pode ter certeza que estou por lá.


Palhaço Nostálgico: Pois é, uma curiosidade, você costuma sempre agir nos minutos finais dos jogos decisivos. Porque espera até os últimos estantes?


S. de Almeida: O último minuto é o mais mítico dos momentos de uma partida de futebol. E eu tenho que esperar mesmo, porque às vezes os próprios jogadores protagonizam certos milagres em campo. Mas claro sempre incomparáveis com os meus. (risos)


Palhaço Nostálgico: Quais são suas artimanhas para fazer acontecer esses lances de forma totalmente convencional e estranha?


S. de Almeida: Olha, quando preciso evitar gols costumo pousar no travessão defendido pelo Fluminense, mas se for preciso fazer gols vou para o ataque e apronto as mais inverossímeis surpresas para o time adversário.


Palhaço Nostálgico: Quais são os critérios que o senhor usa para “entrar” em campo?


S. de Almeida: Bem, por dever de ofício, eu não declino meus critérios. Numa disputa de pênaltis, por exemplo, minha atenção se volta para aquelas linhas de jogadores abraçados que se formam no meio do campo, assim, posso avaliar quais os sinceros e quais os que apenas fingem fervor místico, para premiar os sinceros e punir os fingidores, mas isso é apenas adivinhação.



* conteúdo retirado da revista iDéia;

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3 de dezembro de 2008

Apenas mais um conto...

Nunca entendi porque a preguiça é considerada um dos sete pecados, afinal dentre todos é o pecado mais involuntário que existe. Vou relatar um fato incrível, com a conclusão bem esclarecedora de minhas opiniões. Na cidade de Godar, que fica ao norte da Dinamarca, morava um amigo meu chamado Esters, cujo apelido era Sloth. Mudou-se para a Inglaterra há um mês após passar em um concurso que ele fez pela internet, o que não precisou de muita disposição. O concurso era para selecionar funcionários para trabalhar em uma usina nuclear, mas as funções que, aqueles que passaram, teriam que desenvolver só seriam ditas no local da usina, na cidade de Brighton. Sloth comprou uma passagem de trem, também pela internet, e três dias depois já ia em direção a Brighton. No primeiro dia de trabalho, Sloth foi vestido sem gravata e sem o paletó que eram obrigatórios a todos os funcionários, não tinha gravata em sua mala, ficou com preguiça de comprar, e sem uma gravata, o paletó não se fazia necessário. Mas não foi isso que deixou o chefe dele com raiva. Ele atrasou exatos 52 minutos para a apresentação, e antes mesmo de saber suas tarefas e funções, e até antes mesmo de saber o nome de seu chefe, Sloth já foi questionado com relação a sua pontualidade e consequentemente, sua capacidade de trabalhar naquela empresa. Os argumentos que foram usados por ele foram simples: “Desculpe-me, mas tenho indisposição de ter capacidade para tomar iniciativas sem algo extremamente motivador, que me estimule; e nessas horas os músculos dos meus membros inferiores e superiores e todos os sentidos do meu corpo fazem de mim um doente, ou simplesmente um acochambrador”. Seu chefe ficou furioso e na mesma hora se levantou da cadeira e fez algo impensável e devastador , cujo agora estou com uma certa preguiça de contar...

MORAL: A PREGUIÇA NÃO TEM SENTIDO, E ESSE TEXTO MUITO MENOS;

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6 de novembro de 2008

Black Power

Não sou entendido de política e nem ao menos politicamente correto com minhas indagações. Mas sou entendido de realidade pois vivo e sobrevivo de sua cruel interpretação. Realidade essa em que seres humanos julgam, conceituam e subtraem outros da mesma espécie simplesmente, somente e miseravelmente por causa da diferente cor da pele. Como se o tom da cor daquela pessoa fosse mais importante do que todos seus sentimentos, pensamentos, inteligência e integridade ali também mantidas. Isso se chama racismo, algo marcado no passado e que ainda deixa negros marcados no presente. Negar que o racismo ainda existe é burrice. Mas certa vez, um homem disse que tinha um sonho, e ao meu ver, mas do que nunca todos aqueles adormecidos, que se deitavam em seus leitos e apenas sonhavam com um mundo justo, estão prestes a acordar. O Black Power está mais evidente do que nos anos 70 quando os jovens negros deixavam seus cabelos crespos crescerem, sem definição, pois não estou falando do movimento e nem do penteado. Falo de Black Power no sentido literal da palavra, o poder negro! E para quem ainda duvida do B.P., aqui estão pequenas amostras:




- O REI DO FUTEBOL: O NEGRO EDSON ARANTES DO NASCIMENTO
- O REI DO BASQUETE: O NEGRO MICHAEL JORDAN
- O REI DO GOLFE: O NEGRO TIGER WOODS
- O REI DO PLANETA: O NEGRO Barack Hussein Obama!



EXATAMENTE!
Dia 05 de novembro de 2008, a esperança do racismo ao menos diminuir, é real. O homem mais poderoso da face da terra é negro. Engulam e se engasguem com essa, racistas estúpidos. O presidente dos Estados Unidos da América, um país tão preconceituoso e dividido pelo fator racial, é um negro, um negro (e eu não me canso de repetir isso)!!!!!!!!!!!!!!!!!
!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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3 de novembro de 2008

Prazer..!


MEU LADO PALHAÇO CISMA EM ZOMBAR DA ROTINA, MAS MEU LADO NOSTALGICO CISMA EM NÃO EM ESQUECER QUE NEM SÓ DE HUMOR VIVE O VERDADEIRO PALHAÇO..E A CADA MOMENTO DE NOSTALGIA, TENHO MAIS CERTEZA DE QUE A VIDA NÃO É SÓ ISSO..!

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